entrei naquele grande veiculo
distribui e colhi singelos sorrisos
olhei a minha frente,
uma moça carente,carente de vida
de vida ardente!
-moça, lhe ofereço essa bala!
olhou-me nos olhos...
eu, esperando uma resposta qualquer.
naquele pequeno tempo que passou lentamente
onde tudo desapareceu de nossas movimentadas mentes !
bum!acabou!o veiculo parou!
a sofrida moça abaixou a cabeça
burro que sou ,deixei a entregar! abaixei a minha mão!
viramos, sentamos,nem se quer nos olhamos...
caminhando,agora penso...
e se fosse mais insistente?
aquela moça que mal tenho em minhas lembranças
estaria em meus braços agora me olhando,contente?!
quem nunca viveu momentos assim, que atire a primeira pedra!
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